O Comitê Gestor do Simples Nacional está definindo ainda para este semestre novas medidas para o Empreendedor Individual.
A primeira é o aumento da relação de atividades, para que mais profissionais possam se formalizar. A outra é a definição da nota fiscal on-line para esses empresários.
O Comitê Gestor da Redesim (Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios) estuda medidas de simplificações que tratam do sistema de registro dos empreendedores, que é feito via Portal do Empreendedor. Já está definido que haverá uma página de conferência de dados, antes da confirmação de registro e um sistema de ajuda on-line nos campos de inscrição.
Objetivo das mudanças
De acordo com a Agência Sebrae, o objetivo das medidas é evitar erro, gasto de tempo e custo para as alterações. Para este semestre, também está previsto que os empreendedores possam realizar alterações e dar baixa na atividade pelo Portal do Empreendedor. Atualmente, é necessário ir à Junta Comercial e pagar taxas pelo serviço.
As mudanças foram apresentadas pela consultora do Sebrae, Inês Schwingel, na última sexta-feira (16), para integrantes das unidades de Políticas Públicas e de Atendimento Individual do Sebrae . “São demandas represadas e que devem ser implementadas ainda este ano”, afirmou.
Sobre o Empreendedor Individual
Os interessados em formalizar sua atividades devem acessar a página do Empreendedor Individual na internet (www.portaldoempreendedor.gov.br) e preencher sete informações: números do RG e CPF (Cadastro de Pessoa Física), CEP, nacionalidade, data de nascimento, ponto de referência de endereço e o código do CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica). As demais informações serão geradas a partir do CPF.
O Empreendedor Individual paga uma taxa fixa mensal de 11% sobre o valor do salário mínimo, para o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), mais R$ 1 de ICMS (Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços), se for do setor da indústria ou do comércio, ou R$ 5 de ISS (Imposto sobre Serviços), se for do setor de serviços. Com o salário mínimo fixado em R$ 510, a taxa é de R$ 57,10, para comércio e indústria, e de R$ 61,10, para serviços.
InfoMoney
A primeira é o aumento da relação de atividades, para que mais profissionais possam se formalizar. A outra é a definição da nota fiscal on-line para esses empresários.
O Comitê Gestor da Redesim (Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios) estuda medidas de simplificações que tratam do sistema de registro dos empreendedores, que é feito via Portal do Empreendedor. Já está definido que haverá uma página de conferência de dados, antes da confirmação de registro e um sistema de ajuda on-line nos campos de inscrição.
Objetivo das mudanças
De acordo com a Agência Sebrae, o objetivo das medidas é evitar erro, gasto de tempo e custo para as alterações. Para este semestre, também está previsto que os empreendedores possam realizar alterações e dar baixa na atividade pelo Portal do Empreendedor. Atualmente, é necessário ir à Junta Comercial e pagar taxas pelo serviço.
As mudanças foram apresentadas pela consultora do Sebrae, Inês Schwingel, na última sexta-feira (16), para integrantes das unidades de Políticas Públicas e de Atendimento Individual do Sebrae . “São demandas represadas e que devem ser implementadas ainda este ano”, afirmou.
Sobre o Empreendedor Individual
Os interessados em formalizar sua atividades devem acessar a página do Empreendedor Individual na internet (www.portaldoempreendedor.gov.br) e preencher sete informações: números do RG e CPF (Cadastro de Pessoa Física), CEP, nacionalidade, data de nascimento, ponto de referência de endereço e o código do CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica). As demais informações serão geradas a partir do CPF.
O Empreendedor Individual paga uma taxa fixa mensal de 11% sobre o valor do salário mínimo, para o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), mais R$ 1 de ICMS (Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços), se for do setor da indústria ou do comércio, ou R$ 5 de ISS (Imposto sobre Serviços), se for do setor de serviços. Com o salário mínimo fixado em R$ 510, a taxa é de R$ 57,10, para comércio e indústria, e de R$ 61,10, para serviços.
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