Na data em que completa cinco anos de vida, 21 de abril de 2010, o Impostômetro mostra uma realidade nada agradável ao contribuinte brasileiro: a arrecadação de tributos das três esferas do governo deve aumentar 67,59% até o final deste ano, chegando a R$ 1,226 trilhão, ante R$ 731,5 bilhões em dezembro de 2005.
Conforme conta o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Solimeo, em 2005, quando foi criado, o Impostômetro tinha como objetivo chamar a atenção da população de que ela paga muito imposto. “E de mostrar que ela tem de exigir contrapartida do governo e tem a obrigação de ver como é gasto o dinheiro”.
Conscientização
De certa forma, ao longo destes cinco anos, o assunto ganhou mais visibilidade, embora o brasileiro ainda esteja longe de se conscientizar, na opinião do economista. Isso acontece devido ao modelo tributário brasileiro, que costuma ser concentrado na União, para depois haver distribuição dos recursos, por meio dos fundos de participação.
“O contribuinte não sente o gasto público como se estivesse saindo do seu bolso, o que gera menos fiscalização por parte dele mesmo”.
Além disso, Solimeo disse que parte da população, por não pagar Imposto de Renda, tem a crença de que não paga imposto nenhum e, por isso, acaba considerando o serviço público como um favor do governo, pelo qual não se deve reclamar ou exigir melhorias.
Impostômetro
No ano passado, o Impostômetro atingiu a casa do trilhão, apontando a arrecadação de R$ 1,089 trilhão em tributos – impostos, taxas e tarifas e contribuições federais. “Ano a ano, a arrecadação vem aumentando. Em 2009, mesmo com a crise, houve aumento nominal e, em 2010, vai aumentar mais de 10%. Mesmo com isso, o governo registra deficit”, apontou Solimeo.
Até esta quarta-feira (21), a arrecadação de tributos no Brasil foi de R$ 366,7 bilhões, o que corresponde a R$ 1.910,49 por habitante. Somente no dia em que o Impostômetro completa cinco anos, a arrecadação foi de R$ 1,278 bilhão.
Com o montante do ano, é possível construir mais de 17 milhões de casas populares, mais de 30 milhões de salas de aula equipadas, pagar mais de 80 milhões de salários mínimos, comprar mais de 14 milhões de carros populares, mais de 146 milhões de TVs de plasma e pagar 55 meses de conta de luz de todos os brasileiros.
InfoMoney
Conforme conta o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Solimeo, em 2005, quando foi criado, o Impostômetro tinha como objetivo chamar a atenção da população de que ela paga muito imposto. “E de mostrar que ela tem de exigir contrapartida do governo e tem a obrigação de ver como é gasto o dinheiro”.
Conscientização
De certa forma, ao longo destes cinco anos, o assunto ganhou mais visibilidade, embora o brasileiro ainda esteja longe de se conscientizar, na opinião do economista. Isso acontece devido ao modelo tributário brasileiro, que costuma ser concentrado na União, para depois haver distribuição dos recursos, por meio dos fundos de participação.
“O contribuinte não sente o gasto público como se estivesse saindo do seu bolso, o que gera menos fiscalização por parte dele mesmo”.
Além disso, Solimeo disse que parte da população, por não pagar Imposto de Renda, tem a crença de que não paga imposto nenhum e, por isso, acaba considerando o serviço público como um favor do governo, pelo qual não se deve reclamar ou exigir melhorias.
Impostômetro
No ano passado, o Impostômetro atingiu a casa do trilhão, apontando a arrecadação de R$ 1,089 trilhão em tributos – impostos, taxas e tarifas e contribuições federais. “Ano a ano, a arrecadação vem aumentando. Em 2009, mesmo com a crise, houve aumento nominal e, em 2010, vai aumentar mais de 10%. Mesmo com isso, o governo registra deficit”, apontou Solimeo.
Até esta quarta-feira (21), a arrecadação de tributos no Brasil foi de R$ 366,7 bilhões, o que corresponde a R$ 1.910,49 por habitante. Somente no dia em que o Impostômetro completa cinco anos, a arrecadação foi de R$ 1,278 bilhão.
Com o montante do ano, é possível construir mais de 17 milhões de casas populares, mais de 30 milhões de salas de aula equipadas, pagar mais de 80 milhões de salários mínimos, comprar mais de 14 milhões de carros populares, mais de 146 milhões de TVs de plasma e pagar 55 meses de conta de luz de todos os brasileiros.
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